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A crise nos escritórios jurídicos - Quais as saídas? PDF Imprimir E-mail
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Doutrina - Advocacia
Escrito por Rodrigo D’Almeida Bertozzi   
Dom, 09 de Novembro de 2008 23:26

Rodrigo D’Almeida Bertozzi
Administrador
MBA em Marketing Pleno
Especialista em Comunicação Jurídica
Consultor de marketing de escritórios jurídicos
Diretor da Juruá Editora
Autor dos Livros Marketing Jurídico - A Nova Guerra dos Advogados, Revolution Marketing Place, Depois da Tempestade, O Despertar e O Senhor do Castelo

 

 

Segundo a filosofia grega de Sófocles, o homem sábio antecipa o que o futuro lhe trará, observando experiências do passado. Estamos entrando numa era de crise na área jurídica ocasionada pelo excesso de profissionais, especialização, grandes e poderosos escritórios, proliferação de faculdades, invasão de corporações jurídicas estrangeiras (já significativas em SP e RJ) e a imagem do advogado associada a problemas e não a prevenção dos mesmos. Consegue vislumbrar o cenário conturbado daqui a cinco anos?

 

A luta que será obter e manter um cliente?

 

Quanto tempo você vai esperar até que a tempestade chegue?

 

A mudança cultural se faz necessária e ela só está ocorrendo por um motivo muito simples: está pesando no bolso dos advogados. Nas palestras que tenho proferido para advogados percebo dois fenômenos bem distintos, mas que se comunicam entre si: existe uma preocupação dos pequenos escritórios em relação ao futuro, na probabilidade real de serem engolidos por corporações maiores e pela escassez de clientes; e, simultaneamente os escritórios de grande porte criaram nos últimos cinco anos uma linha de pensamento estratégico e posicionamento de marca, compreendendo que são como uma empresa que precisa gerar faturamento, ser produtiva, customizada e atender maravilhosamente o cliente. É desta batalha que surge uma verdade: o direito não é mais o mesmo e muito menos seus profissionais.


A era do advogado que não sabe vender seus serviços acabou!

Compreender que planejamento a longo prazo significa estar adiante dos concorrentes é o primeiro passo para escapar de um poço de lamentações futuras. Quem não souber vender seus serviços ou se diferenciar corre o risco de perecer numa época de competição mortal. Saber colocar-se no mercado não é mais uma opção, é acima de tudo, uma necessidade. O advogado é como um empresário de serviços e deve agir como tal, desde que esteja de acordo com o código de ética da OAB. Vivemos numa era pós-industrial e pré-biotecnologica. Os escritórios jurídicos do século XXI são voltados para a gestão de resultados. Defendo o início de uma pequena revolução nos escritórios. Revolução é a transformação radical e, por via de regra, violenta, de uma estrutura política, econômica e social.


Pontos Básicos para Sair da Inércia

Inovação em Serviços;

Consolidação de Marca;

Planejamento estratégico de curto, médio e longo prazo;

Internet como canal de comunicação com o cliente;

Parcerias e Fusões entre Escritórios;

Investimento em Relacionamento com os Clientes.


Planejar é mais do que um exercício de futurologia, é sobretudo uma forma de quantificar expectativas para perseguir metas.

Nos próximos artigos, iremos analisar os seis passos para sair da inércia e em breve haverá um curso de marketing e gestão jurídica a distância, através da internet. Para mais informações envie um e-mail para Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.

 

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Comentários  

 
0 #1 Thiago Franklin 2011-01-31 14:22 O especialista Dr. Rodrigo sempre perspicaz em suas colocações. Nos demonstrando o caminho p todos que amam a advocacia e tem a mesma como Profissão. Parabéns ótimo artigo. Citar
 
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